NEGÓCIOS

Segmento de Bares está em alta

Com a economia dando sinais de recuperação já é visível a quantidade de novos bares noturnos, temáticos ou caseiro surgindo no Brasil. Para os mais atentos, a quantidade chega a impressionar, o que nos leva a pensar que deveria haver uma demanda reprimida para esse serviço.

Com o aumento do que chamaremos de produtos “gourmets” muitos dos novos estabelecimentos são especializados em produtos mais sofisticados. Cervejas artesanais e hambúrgueres caseiros são a nova preferencia nacional.

Ainda é possível notar o aumento de áreas criadas especialmente para receber foodtrucks. Essas áreas tem atraído muitas famílias que aproveitam o ambiente agradável para passar momentos agradáveis.

Um local onde a música seja a boa, quem sabe ao vivo, com boas opções de cerveja, dependendo do seu público-alvo, bons petiscos e opções gastronômicas. Montar um bar é, com certeza, uma das ideias de negócios mais lucrativas do momento.

Os bares buscam se destacar através de atrações e decoração temática, cardápios específicos para cada dia, promoções semanais e programações musicais.

Com a economia se recuperando esse mercado está muito atrativo e movimentando muito dinheiro. Ele é responsável por mais de 4,5 milhões de empregos diretos.

O segmento de bares é gigante e tem boas perspectivas a curto, médio e longo prazo devido a retomada do crescimento econômico e o aumento de poder aquisitivo da população. Um exemplo é o Deck Bar, um dos bares em Londrina mais recente e que conquistou com uma estratégia de marketing bem definida e muito ativa nas redes sociais conseguiu em seu primeiro ano ser referência na cidade e ganhou um prêmio de melhor atendimento.

De acordo com a ABRASEL (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) atualmente o setor conta com mais de 400 mil estabelecimentos e movimenta cerca de R$ 4 bilhões por ano. É um mercado extremamente concorrido, apenas 15% dos bares que são abertos sobrevivem após 2 anos, por esse motivo é necessário uma boa estratégia, criatividade e faro para os negócios.

Para conhecer o site: https://deckbarlondrina.com.br

LIVROS

[Livro] O Livro de Ouro do Pompoarismo

TÍTULO ORIGINAL: Inteligência Emocional
AUTOR(A): Goleman, Daniel
EDITORA: Objetiva
PÁGINAS: 380
ISBN: 8573020806
LANÇAMENTO: 2011

 

 

Sinopse:

Este livro contém a técnica da ginástica íntima pelo método desenvolvido por Regina Racco. A obra é ilustrada e apresenta informações sobre origens, anatomia feminina, flacidez, energia sexual, frigidez e orgasmos. Traz ainda – técnicas, auto avaliação, benefícios, o ponto G e zonas erógenas.

O pompoarismo é uma técnica milenar que foi utilizada por diversas culturas gerações após gerações e por um período, acabou esquecida na história. Conhecido através das gueixas, as incríveis amantes japonesas, o pompoarismo era muito peculiar e era uma técnica poderosíssima de atração feminina.

As gueixas tinham como principal função entreter homens poderosos, como generais e políticos.

Atualmente o pompoarismo voltou a ser descoberto pelas mulheres e muito além das maravilhas do prazer que ele promete, estudos indicam que a prática dos exercícios para fortalecer a vagina é benéfica para a saúde da mulher em geral. Coisas como infecções do trato urinário, incontinência podem ser evitados através do fortalecimento do músculo pélvico, e é isso que o livro retrata.

O livro ainda demonstra, além dos benefícios, as técnicas e exercícios adequados para a prática, com fotos e diagramas detalhados sobre zonas erógenas e afins.

O ponto alto do livro é a explicação detalhada de como funciona a anatomia feminina, os motivos que a flacidez ocorrem, como funciona a energia sexual e um relato bem elaborado sobre porque muitas mulheres tem dificuldade de atingir orgasmos. Para a autora além de saudável, a prática ajuda muito na auto estima e dá confiança para mulheres se aceitarem mais, aceitarem seu corpo e imperfeições. Com segurança e sem as preocupações comuns que ocupam a mente de muitas mulheres a vida e torna bem mais prazerosa.

É uma leitura rápida e dinâmica, mas falta algumas informações, como usar bolinhas tailandesas, por exemplo. É algo importante e que ajuda bastante no aprendizado itens como as bolinhas.

Para quem quer saber mais sobre o assunto vale a pena dar uma lida no livro.

LIVROS

[Livro] Inteligência Emocional

TÍTULO ORIGINAL: Inteligência Emocional
AUTOR(A): Goleman, Daniel
EDITORA: Objetiva
PÁGINAS: 380
ISBN: 8573020806
LANÇAMENTO: 2011

 

 

Sinopse:

Neste surpreendente livro Daniel Goleman nos leva a uma jornada que busca esmiuçar o comportamento humano nas mais simples peculiaridades. A proposta principal do livro é demonstrar como nosso cérebro funciona e através dos estudos apresentados deixar claro que nossa inteligência emocional é o que define nosso sucesso, ao contrário do que o senso comum diz, dando ao QI (coeficiente emocional) os louros do sucesso.

Por fim o livro nos apresenta soluções para a crescente dificuldade que enfrentam os jovens atualmente, propondo um modelo de ensino diferente do que é praticado atualmente e que tem resultados comprovados em pesquisas e estudos.

 

Todo mundo que frequentou a escola ouviu frases como: “Tá vendo o nerd ali, você vai trabalhar pra ele no futuro”, será que os alunos mais inteligentes do colégio conseguem traduzir notas altas em sucesso na vida adulta?

É justamente esse o primeiro tema que o livro aborda. Você já reparou que na maioria dos casos o mais inteligente da sala tem aquele estereótipo de nerd e com poucos amigos? Tímido e introspectivo? Segundo o autor, são justamente essas as características que apontam a falta de inteligência emocional e determinará o sucesso na vida adulta.

E outro extremo temos o pessoal do fundão, geralmente de alunos desinteressados e populares, com muitos amigos e sociáveis. Será que é possível traçar uma relação entre esses opostos? Segundo o estudo apresentado no livro, na média os primeiros obtém menos sucesso na vida profissional do que os segundos. Ou seja, o alto QI dos inteligentes não traduziu em maiores rendimentos na vida adulta. Isso ocorre porque sem inteligência emocional a pessoa acaba tendo dificuldade de relacionamento e enfrentar desafios, por exemplo, quando chega o momento de delegar atividade e chefiar equipes as pessoas com menor aptidão emocional e social tendem a ter mais dificuldades enquanto os sociáveis e populares na época da escola tiram isso de letra. O que faz todo sentido.

Ainda é possível determinar a personalidade da criança através da observação do seus hábitos. Pesquisadores que acompanharam crianças desde o berçário, enquanto elas ainda eram bebês e usavam body, conseguiram traçar o perfil de cada uma delas e depois de alguns anos de acompanhamento notaram que esses traços eram confirmados. Era fácil identificar os brigões, líderes, empáticos, etc. (Publicidade: Concorra a cupons desconto para body infantil personalizado). De alguma forma essas características são interiorizadas pelas crianças e reproduzidas na escola. Quando viam o histórico da família os pesquisadores percebiam que muito do comportamento era proveniente de hábitos vindos de casa. Um ambiente familiar em desarmonia definia a inteligência emocional das crianças para o mal e para o bem. Puxar as roupas de outros bebês, não dividir brinquedos, não participar das brincadeiras, são características que eram analisadas e preenchiam o perfil da criança.

Como as crianças foram acompanhadas, pelo perfil delas era possível calcular a possibilidade de ela perder pro crime os atos ilícitos e através dos estudos os resultados de fato comprovaram isso. Ao final do livro o autor mostra como a inteligência emocional é importante e que infelizmente vem sendo deixada de lado, como um modelo alternativo de ensino pode melhorar a qualidade de vida e aprendizado das crianças e melhorar a sociedade. Adultos com emocional forte são menos propensos a atos impensados ou criminosos, já que aprenderam a distinguir as emoções e fazer julgamentos corretos.

Uma ótima leitura.

LIVROS

[Livro] A Cura da Diabetes pela Alimentação Viva

1wsw32TÍTULO ORIGINAL: Cura do Diabetes pela Alimentação Viva, A – O Programa de 21 Dias Tree of Life
AUTOR(A): Gabriel Cousens
EDITORA: Alaúde
PÁGINAS: 472
ISBN: 9788578810740
LANÇAMENTO: 2011

 

 

Sinopse:

Epidemia no mundo inteiro, inclusive no Brasil, o diabetes é uma doença típica dos tempos modernos. Embora a predisposição genética seja um fator preponderante, o principal gatilho para o desenvolvimento da enfermidade é a alimentação desequilibrada, repleta de alimentos processados e junk food.

Você é o que você come, diz o ditado. Ou, como diz o autor, os alimentos que consumimos e a maneira como vivemos afetam diretamente a expressão de nossa carga genética, podendo degradar nossa expressão fenotípica e desencadear o processo diabético ou melhorar nossa expressão fenotípica para prevenir e reverter a doença.

Muitos não acreditam, mas o Brasil e o mundo vivem uma epidemia de diabetes e o livro tem o intuito de ir direto ao ponto e revelar o que está por trás dessa doença. Mais do que isso, o livro escancara o cenário atual dos profissionais da área.

Segundo o autor do livro, vivemos uma época de desinformação, os profissionais da área continuam se baseando em estudos ultrapassados, que inclusive, foram sancionados por meios escusos e não muito claros, polêmico!

Essa parte é engraçada, porque quando se trata de médicos e nutricionistas tendemos a acreditar em tudo o que ele fala, oras, a pessoa é formada em tal área, deve saber melhor do que ninguém da onde vem os estudos e o que realmente funciona. Bem isso não parece ser necessariamente verdade.

Um dos maiores vilões de nossa época é o carboidrato. Quando cientistas elaboraram a pirâmide alimentar colocaram os carboidratos como alimento mais importante, na base da pirâmide. Por outro lado, a gorduras saturadas, proteínas, ovos e outros alimentos tiveram sua relevância reduzida e em muitos casos foram demonizados pelos profissionais na área da saúde. A gordura saturada é um ótimo exemplo disso.

O curioso desse fato é que a população mais velha sempre se alimentou com gordura saturada proveniente da banha de porco e sempre foram pra mim as pessoas mais fortes e saudáveis, inclusive são magros. Hoje basicamente comemos alimentos processados e junk food.

O que nos leva a outro ponto importante, a população de baixa renda tem um índice de sobrepeso altíssimo, o que nos leva a crer que alimento não falta, o problema é o que eles comem. Os estudos mostram que a dieta deles é rica em carboidratos refinados e doces. Sobrepeso e má alimentação é um prato cheio para diabetes. Inclusive ele cita o medicamento para diabetes forxiga preço e outros, que apesar de ajudarem no combate mão fazem milagres, se não houver controle na alimentação a pessoa corre sérios problemas.

Por fim o autor nos leva a uma alternativa através da alimentação. Ele propões um programa de 21 dias onde o paciente se submete a seguir os passos e buscar uma melhora na condição. Nesse plano além da alimentação é proposto o uso de suplementos vitamínicos e outros nutrientes que visam complementar a dieta e fazer com que o resultado seja melhor. Ainda entram alguns suplementos naturais como a farinha de maracujá que segundo pesquisas  comprovadas ajudam a baixar a glicemia.

O livro é interessante e pra mim que não sabia nada a respeito foi muito útil.

LIVROS

[Livro] Cidade de Vidro

TÍTULO ORIGINAL: City of Glass – The Mortal Instruments 3
AUTOR(A): Cassandra Clare
EDITORA: Galera Record
PÁGINAS: 476
ISBN: 9788501087164
LANÇAMENTO: 2011

 

 

 

Sinopse:

        Em busca de uma poção para salvar a vida de sua mãe, Clary deve viajar até a Cidade de Vidro, lar ancestral dos Caçadores de Sombras. Mas à medida que se aproxima de Ragnor Fell, o feiticeiro que pode curar a mãe, ela descobre segredos sobre seu passado e o de Jace – e o irmão não hesita em deixar claro que não a quer por perto. Isso Clary já entendeu, ela só não imagina que está prestes a participar de uma batalha épica, na qual Caçadores de Sombras e integrantes do Submundo terão que se unir se quiserem sobreviver.



Resenha:

Hoje estou com inspiração para fazer diferente, então vou começar falando das coisas que eu não gostei: está na metade da série! E o livro me deixou tão irritada no ponto que eu joguei meu celular no chão (estava lendo no meu celular neste dia), claro que depois eu quase tive um ataque cardíaco pensando que meu celular tivesse quebrado, mas isso são detalhes, apenas detalhes.
De resto e como a partir do segundo – já que eu não gostei muito do primeiro – eu amei. Amei muito mesmo. É cheio de ação, aventura e brigas. Adoro brigas. Ainda mais que era a briga da Clary com o Jace e eu, mentalmente, colocava lenha na fogueira pra eles brigarem mais, foi divertido!
Falando sério, Cassandra Clare é uma das autoras que eu venero. Ela escreve muito bem, suas historias são envolventes e fazem você torcerem até para o lado do mal (eu quase sempre torço pro lado no mal, excluam esse detalhe). Enfim, amo e recomendo, indico, obrigo e torturo vocês até que todos do mundo tenham lido.
Beijinhos e até a próxima! 😀

LIVROS

[Livro] Divergente

TÍTULO ORIGINAL: The Divergent Trilogy #1 – Divergent

 

 AUTOR(A): Veronica Roth
EDITORA: Rocco
PÁGINAS: 504
ISBN: 9788579801310
LANÇAMENTO: 2012

 

 

 

 


Sinopse:

Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

Resenha:

Lembro que eu tinha marcado como “vou ler” no Skoob, mas no fim ficou lá até que alguém chegou pra mim e falou: Você já leu Divergente da Veronica Roth? Estão falando que é muito bom e que nos faz pensar bastante.Guardei esse comentário bem no fundo da minha memória e o tempo se passou. No fim eu comecei a ler o livro porque eu estava entrando em depressão (tinha acabado uma outra série de livros).

Me arrependi muito de não ter lido antes. Trata muito de problemas sociais, com uma visão de um governo futurista separado por facções – Sinceridade, Destemor, Amizade, Abnegação e Erudição. Cada Facção representa uma virtude, mas às vezes acontece da pessoas serem divergentes, o que na verdade é uma grande problema, principalmente para o governo que quer manter o equilíbrio das coisas.

O que mais chama atenção é que quem não é apto para nenhuma facção é um sem facção (o que é meio óbvio), mas essas pessoas que são sem facção, elas não tem lugar para morar ou o que comer. Resumindo, ele são mendigos indigentes. Esse é um dos grandes problemas sociais que é tratado, o que nós convivemos dia a dia. E isso nos faz olhar de uma forma melhor para o mundo e querer ajudar as pessoas – no meu caso, sempre que eu vejo um morador de rua dou um pouco de dinheiro pra eles, não importa se é pra drogas ou bebidas, o importante é que eu estou ajudando e com um sorriso no rosto. Uma coisa que todos deviam fazer, isso com certeza iria melhorar seu dia, ou não. Pelo menos é o que alguns filósofos dizem.

Voltando ao assunto resenha: Recomendo esse livro para todas as pessoas maiores de 13 anos, de qualquer sexo e de qualquer idade. É um livro muito bem escrito, com o clímax muito bom e com uma história de revolução envolvente que é capaz de não te deixar dormir a noite por vontade de ler, ou até sonhar. Mas “cá” entre nós, já pensou em como você pode mudar o seu mundo?

MÚSICA

[Música] História do Rock: Slayer

O História do Rock está de volta para mais uma semana de Halloween do IéL e acredito que muitos de meus amados fãs já perceberam que estou usando este mês para escrever sobre as famosas bandas de metal que muitos tem medinho de ouvir. Continuando nessa temática sombria do rock hoje temos uma banda bastante conhecida pelo seu som pesado e com temas malignos (muahahahahaha. Pra quem não sabe essa é a minha risada diabólica). O História do Rock traz hoje para vocês a banda Slayer.

 

As raízes do Slayer surgiram no distante ano de 1981 em Los Angeles, quando o guitarrista Kerry King cansou de passar por várias bandas sem futuro e decidiu formar a sua própria banda, junto com o guitarrista Jeff Hanneman que ele havia conhecido a pouco tempo. Kerry conhecia um baixista chamado Tom Araya que já havia tocado com ele em outras bandas anteriormente e decidiu convidá-lo para sua nova banda. O último a entrar na banda foi o baterista Dave Lombardo, também convocado por King que o conhecia da pizzaria onde Dave trabalhava (alguém tinha que trabalhar nesse mundo né).
Fato interessante: Essa eu descobri fazendo o post: Tom Araya não é americano, na verdade Tom é chileno e só se mudou com sua família para os EUA aos cinco anos de idade.

Inicialmente a banda não tinha nome e tocava covers principalmente do Iron Maiden e Judas Priest, mas de forma mais rápido e/ou pesada do que as músicas originais. Eles se apresentavam em bares da região de Los Angeles (como sempre os famosos bares iniciando a fama de muitos).
Quase dois anos depois os quatro ainda continuavam se apresentando apenas em bares, clubes e festas (ninguém nunca me chama pra uma festa com música assim), até que em 1983 eles foram convidados a se apresentar em um clube de Los Angeles. Enquanto tocavam naquela fatídica noite eles foram vistos por Brian Slagel, presidente da recente gravadora Metal Blade. Ao final do show, Brian se apresentou e ofereceu a chance para o Slayer gravar uma música para ser incluída na sua coletânea “Metal Massacre III” (o Metallica lançou sua primeira música em 1981 no Metal Massacre I). A banda aceitou, assinou um contrato com a gravadora e gravou a música “Aggressive Perfector” que acabou sendo um dos grandes destaques do “Metal Massacre III”.
A banda então mais confiante, mas ainda sem dinheiro, decide conseguir algum dinheiro para financiar

seu primeiro álbum. O dinheiro vem basicamente de uma poupança que Tom tinha e a outra parte emprestada pelo pai de Kerry. Com isso eles conseguem começar a gravação de seu primeiro álbum que é finalizado em três semanas e lançado logo a seguir em dezembro de 1983. “Show No Mercy” é considerado o pai do Thrash Metal (junto com “Kill em’ All” do Metallica lançado em 1981) e é o álbum que mais aborda temas como satanismo e ocultismo em todos os álbuns do Slayer. As canções foram todas compostas por King e/ou Hanneman com destaque para a faixa de abertura do álbum “Evil Has No Boundaries”. O álbum trazia vocais gritados que chegavam a beirar o gutural em certos momentos, riffs rápidos de guitarra, solos ainda mais rápidos e uma bateria com pedal duplo em uma marcação alucinante. O resultado do álbum foi um bom sucesso para um álbum de estreia, vendendo cerca de 40 mil cópias pelo mundo, sendo a metade apenas nos EUA.

Fato interessante: Após o lançamento do primeiro álbum da banda, eles começaram sua primeira turnê pelos EUA e que teve todo o luxo do velho camaro de Tom Araya puxando um trailer onde eles ficavam entre os shows (vida de músico pobre é complicado nego).
Fato interessante²: Desde o primeiro álbum (e talvez até antes) a banda foi acusada de satanismo e etc e tal, o que se prova ser algo ridículo, já que o vocalista e baixista da banda Tom Araya é cristão assumido (sim, ele é um cara crente) e diz que quando King ou Hanneman fazem alguma música com referências ao demônio ele não quer incitar que as pessoas sigam o capeta, mas ele faz a música para irritar e assustar as pessoas (chupem seus religiosos fanáticos).

Em 1984 eles decidiram lançar o EP “Haunting the Chapel” que era mais obscuro e que contava com apenas três músicas, sendo a principal “Chemical Warfare” que é um dos grandes clássicos do Slayer sendo executada ao vivo nos shows até hoje.
Fato interessante: Nessa época Kerry King chegou a tocar na banda Megadeth (outra grande banda de Thrash Metal) fazendo cinco apresentações com a banda, mas depois acabou saindo para voltar a se dedicar ao Slayer o que acabou gerando uma famosa rixa entre as duas bandas (Dave Mustaine contra a rapa, inclusive Slayer).
Ainda em 1984 o Slayer lançou seu primeiro álbum ao vivo, “Live Undead”, gravado naquele mesmo ano na turnê que eles faziam junto com Venom e Exodus.

A banda então já ganhando um grande destaque na cena do metal, não só underground (aboveground, sei lá) voltou para estúdio em 1985 para gravar seu segundo álbum, agora financiado pela gravadora. O resultado foi lançado ainda em 1985 com o nome “Hell Awaits”. O álbum que obviamente pelo nome tem temas satânicos fez um bom sucesso, vendendo cerca de 100 mil álbuns mundo afora e dando uma maior visibilidade para o Slayer. O grande destaque do álbum está na intro dele, com uma recepção de “Join Us” (junte-se a nós) e pouco antes do começo da primeira música “Welcome Back” (bem vindo de volta).

Fato interessante: O segundo álbum do Slayer, além de ter boas vendas acabou sendo eleito por uma revista inglesa como o melhor álbum de 1985.
Após o sucesso do álbum o Slayer foi contatado por outras gravadoras maiores que quiseram assinar um contrato com a banda. O novo contrato da banda foi assinado com a Def Jam Records, que até então era uma gravadora de rap/hip hop. O produtor do álbum foi o famoso Ricky Rubin (que eu já citei aqui nessa bagaça várias vezes).
O novo álbum da banda teve uma “remodelagem” com a mudança das músicas longas e complexas,
sendo trocadas por músicas mais curtas e rápidas. Além disso os temas da banda mudaram também, saindo do satanismo e passando por religião, nazismo, insanidade, etc. O álbum foi lançado em 1985 sob o nome “Reign in Blood” que não foi incluído no calendário de lançamentos da empresa, tendo quase nenhuma divulgação e praticamente não tocando em nenhuma rádio o álbum surpreendeu pelas vendas chegando a ganhar um disco de ouro. O álbum também foi eleito naquele ano pela revista Kerrang! como o álbum mais rápido e pesado de todos os tempos (eu não acho ele tão pesado assim, principalmente comparado com os dois primeiros, mas enfim). Além disso, esse foi o primeiro álbum do Slayer a entrar na Billboard 200, ficando em 94º.
Fato interessante: A distribuidora “oficial” da Def Jam Records na época era a Columbia, mas esta se recusou a distribuir o álbum “Reign in Blood” por ele ser muito pesado, o que levou a gravadora a distribuir o álbum através da Gefen, que também não achava muito apropriado o álbum, mas tinha menos fibra moral ou mais bom gosto.
Fato interessante: A banda também começou a ser acusada de apoiar o nazismo, devido às suas músicas que relatavam muitos episódios famosos da Segunda Guerra e seus horrores (as pessoas não tem a consciência de que falar sobre o assunto não significa que você o apoie).

Durante a turnê houve um pequeno desentendimento entre a banda e Dave Lombardo que achava que a banda não estava sendo apropriadamente paga. Dave saiu da banda e o Slayer continuou a turnê com Tony Scaglione em seu lugar, mas pouco tempo depois a esposa de Dave o convenceu a voltar para a banda porque era o melhor a ser feito. Com isso Dave Lombardo volta para o Slayer ainda naquela turnê (viu Yoko, a esposa tem que incentivar a banda a ficar junta e não separar os caras).

O quarto álbum da banda foi aquele que era amado ou rejeitado pelos fãs. Após o lançamento de “Reign in Blood” os fãs esperavam algo do mesmo calibre, rápido e pesado, mas a banda sabia que dificilmente iria conseguir produzir outra obra prima como aquela e decidiu fazer um álbum com o som mais cadenciado, mas sem perder o peso. “South of Heaven” foi lançado em 1988 e atingiu a 57ª posição na Billboard 200, além de ganhar o segundo disco de ouro da banda. Assim como o público as opiniões da crítica foram divididas.

Já no ano seguinte a banda decidiu voltar para estúdio para dar início as gravações do seu mais novo álbum. Lançado em 1990, “Seasons in the Abyss” o álbum misturava as músicas rápidas que os fãs tanto pediam ao estilo “Reign in Blood” e um som mais cadenciado em outras ao estilo “South of Heaven”, agradando aos fãs, alcançando a 40ª posição na Billboard e ganhando o primeiro disco de platina da banda. (“War Ensemble” e “Dead Skin Mask”, minhas duas músicas favoritas do Slayer estão nesse álbum e por isso esse é o melhor álbum da banda para mim. É um bom álbum para você ouvir se quiser conhecer o som da banda).
Em 1991 a banda decidiu lançar um álbum duplo gravado ao vivo em comemoração aos 10 anos de banda. O álbum foi batizado de “Decade of Aggression” contendo 21 clássicos da banda e chegando a 55ª na Billboard.
Em 1992 novamente ocorrem problemas da banda com Dave Lombardo que acaba saindo da banda novamente e forma sua própria banda “Grip Inc.”, enquanto o Slayer recruta o baterista Paul Bostaph para segurar as baquetas da banda (comentário de duplo sentido sem graça hein), fazendo sua estreia pela banda em 1993 no Monsters of Rock em Donnington.

O primeiro trabalho da banda com o novo baterista foi lançado em 1994 com o nome “Divine

Intervention” que teve a melhor estreia de um disco do Slayer ficando em 8º lugar na Billboard. O álbum trazia temas como o nazismo, serial killers, religião e governo. A banda saiu em turnê em 1995 e naquele mesmo ano tocou na nova edição do festival Monsters of Rock (pelo jeito, o festival favorito da banda).

Em 1996 a banda decidiu lançar um álbum de covers, “Undisputed Attitude”, que contava com uma faixa inédita do Slayer, “Gemini”, e duas outras de um projeto paralelo, Pap Smear, de Jeff junto com Kerry compostas em 1985. O álbum manteve a média dos álbuns da banda, ficando em 34º lugar da Billboard 200.

Logo após o lançamento do álbum o baterista Paul Bostaph deixou o Slayer para trabalhar em seu projeto paralelo e a banda teve que recrutar o seu substituto as pressas. O escolhido da vez foi John Dette da banda Testament, que fez sua estreia ao vivo com a banda no festival Ozzfest de 1996 (não foi o Monsters of Rock, não acredito). Entretanto pouco antes de completar um ano com a banda ele acabou sendo demitido por diferenças com os outros membros da banda, o que trouxe de volta Paul Bostaph para o Slayer.

Fato interessante: Em 1996 a banda foi processada pelos pais de uma garota chamada Elyse Pahler que havia sido sequestrada, violentada e assassinada por três garotos fãs da banda. De acordo com os três eles foram incentivados e “ensinados” a como fazer aquilo com a garota através das músicas do Slayer. O processo só foi terminado em 2001 quando o juiz julgou o caso improcedente por liberdade de expressão e falta de previsibilidade. A família tentou um segundo processo por danos morais, agora contra a banda e contra a gravadora, mas novamente o juiz julgou o caso improcedente e afirmou que a música do Slayer não era indecente ou prejudicial aos jovens (chupem quem fala que a culpa dessas coisas é das bandas de rock).

A banda voltou a estúdio em 1997 e lançou seu novo álbum em 1998. Intitulado “Diabolus in Musica”, considerado o álbum mais experimental da banda até hoje, mas sem perder todo o peso característico dos álbuns da banda, vendendo 46 mil cópias só na primeira semana, alcançando o 31º lugar nas paradas americanas. Logo após o lançamento do álbum a banda anunciou sua turnê mundial, começando pela Ozzfest no Reino Unido.

A banda demorou um pouco para lançar seu nono álbum, que também contou com atrasos imprevistos na hora da mixagem e edição final, mas finalmente foi lançado em 2001. “God Hates Us All” era uma volta da banda ao seu som pesado de origem, sem tantos experimentos como nos últimos álbuns. Pouco depois de iniciar a turnê, Paul machucou o cotovelo e teve que deixar a banda para cuidar da lesão, deixando um problema para o Slayer no meio da turnê que recorreu a Dave Lombardo para continuar a turnê para eles. Dave aceitou o convite e acabou voltando a ser membro efetivo do Slayer no final de 2001.

Fato interessante: O título “God Hates Us All” (Deus Odeia a Todos Nós) acabou sendo bastante

apropriado para a data de lançamento, já que coincidentemente o álbum foi lançado no dia 11 de setembro de 2001. Se você não é muito bom com datas, esse foi o dia do atentado ao World Trade Center nos EUA (estou impressionado que ninguém processou a banda alegando que eles tinham deixado Deus nervoso e por isso os EUA foram castigados. Sim isso foi sarcástico, caso você seja ruim em identificar sarcasmo).

Durante o ano de 2003 a banda estava tocando todo o álbum “Reign in Blood” nos seus shows, com uma turnê chamada “Still Reigning”, tendo a apresentação do Maine em 2004 gravada, quando a banda termina a música “Reign in Blood” e toma um banho de sangue falso no palco. O show foi lançado no DVD que leva o mesmo nome da turnê. E ainda em 2004 a banda lançou “War at the Warfield” (um homevideo) e “Soundtrack to the Apocalypse” que era um box com CD e DVD de músicas e apresentações raras da banda.

Fato interessante: Entre 2002 e 2004 a banda realizou mais de 250 shows pelo mundo em suas duas turnês.

O novo álbum da banda, muito aguardado por ser o primeiro com Lombardo desde 1990, estava planejado para junho de 2006, mas acabou sendo adiado e em seu lugar a banda decidiu dar um gostinho para os fãs com o EP “Eternal Pyre”, que trazia a música “Cult” e teve suas cinco mil cópias vendidas em poucas horas no mesmo dia.

Finalmente em agosto o novo álbum da banda veio, “Christ Illusion”, que logo na primeira semana entrou no 5º lugar da Billboard 200, tendo ganhado o Grammy daquele ano com a melhor performance de metal com a música “Eyes of the Insane” (essa música faz parte do filme “Jogos Mortais III”).

A turnê que se seguiu ao álbum (na verdade começou antes do lançamento do álbum) e foi acompanhada por bandas como Children of Bodom e Lamb of God (humildade total essa turnê hein).

Em 2009, o baixista e vocalista da banda, Tom Araya deu um susto nos fãs dizendo que o contrato da banda era de apenas mais um álbum e depois disso ele não sabia se o Slayer continuaria, já que ele não se imaginava com mais idade e continuando fazendo isso, e iria querer sossegar (faz isso não Araya).

Em 2 de novembro de 2009 a banda lançou seu 11º álbum de estúdio, “World Painted Blood”, que de

acordo com o próprio Tom, era uma mistura de tudo que o Slayer tinha feito até então, algo como o “Season in the Abyss”, de 1990. Com 41 mil cópias vendidas na primeira semana, o álbum alcançou a 12ª colocação na Billboard 200, tendo uma boa recepção dos fãs e da crítica “especializada”.

Em maio de 2010 a banda tocou na Bulgária junto com Metallica, Megadeth e Anthrax no concerto chamado de Big Four, reunindo as quatro maiores bandas de Thrash Metal. O Slayer tocou músicas clássicas e músicas do novo álbum também e fez bonito (como sempre).

Em 2011 o guitarrista Jeff Hanneman vai parar no hospital depois de ser picado no braço por uma aranha obrigando a banda a chamar o guitarrista do Exodus, Gary Holt para seu lugar provisoriamente (pô você não vai virar o Spider Man?). Jeff voltou para a banda um tempo depois dizendo-se recuperado (e sem os super poderes aparentemente).

O ano de 2013 tem sido dureza para o Slayer, primeiro com a saída de Dave Lombardo (pqp de novo?) por desentendimentos entre ele e o resto da banda sobre o dinheiro que eles recebiam (Lombardo acha que os empresários e a gravadora fica com uma parte muito grande do dinheiro e que a banda deveria receber mais por serem aqueles que mais trabalham).

Pouco mais de 2 meses depois, em 2 de maio vem a notícia de que Jeff Hanneman havia morrido devido a uma insuficiência hepática. Mesmo depois de recuperado da picada da aranha, Jeff ainda sofria com o necrosamento no local da picada da aranha (no braço dele), o que pode ter complicado ainda mais o problema com a segunda doença que o levou a óbito.

A banda decidiu continuar com seus shows pouco tempo depois em memória de Jeff, e chamou Gary Holt para a vaga de guitarrista, além de anunciar Paul Bostaph de volta para a bateria da banda, que se disse muito feliz por voltar a banda.


O Slayer foi um dos destaques do último Rock in Rio, tocando no último dia do evento no Brasil e sendo sem dúvida alguma um dos melhores shows do festival como um todo, tocando com muita energia ainda em cima do palco e mostrando como é que se faz um show de metal (eu só queria ter visto o show com o Lombardo que é muito melhor que o Bostaph, mas tá bom também).

E é isso, essa é a história dessa banda fenomenal que há tempos vem assustando criancinhas e os velhinhos com seu metal do mal, sua música pesada e que dá vontade de sair pulando e batendo cabeça no meio da rua. Esse é o Slayer, uma banda diabolicamente excelente (trocadilho horrível pra terminar um post).

LIVROS

[Livro] A Invocação

TÍTULO ORIGINAL: The Summoning – Darkest Powers I

AUTOR(A): Kelley Armstrong
EDITORA: Novo Século
PÁGINAS: 302
ISBN: 978857696633
LANÇAMENTO: 2012

 

Sinopse: Meu nome é Chloe Sounders e minha vida nunca mais será a mesma de novo. Tudo o que eu queria era fazer amigos, conhecer garotos, e continuar sendo comum. Eu nem sei mais o que isso significa. Tudo começou no dia que eu vi meu primeiro fantasma – e o fantasma  me viu. Agora há fantasmas por toda a parte e eles não me deixam em paz. Ainda por cima, de alguma maneira eu fui trancafiada na Casa Lyle, um “lar especial” para adolescentes perturbados. Mas o lar não é o que parece. Não diga a ninguém, mas eu acho meus colegas não são o que parecem. A pergunta é, de que lado eles estão? Sou eu quem deve descobrir os perigosos segredos por trás da Casa Lyle… antes que seus esqueletos voltem para me assombrar.

Resenha:
A primeira coisa que eu percebi logo que comecei a ler foi que essa garota, a protagonista, é estranha. Ela meio que é obcecada pela primeira menstruação que ainda não veio. Ela deveria agradecer a Deus porque ninguém merece quase morrer de dor todo mês.
Voltando para a história, tudo começa a ficar realmente interessante quando ela finalmente tem sua primeira menstruação (ela tem 15 anos, está meio atrasada) uma pessoa começa a persegui-la e claro que ele é um fantasma. O modo como a cena é descrita é muito boa, e você acaba entrando na cena. Eu até sonhei com essa cena depois, só que era meu cachorro que estava me perseguindo (kkkk).
Depois dessa cena acontece um monte de coisa e ela se vê na Casa Lyle para adolescentes problemáticos. Um lugar misterioso e que eu estou doida para conhecer. A casa é meio macabra com sótão e porão (coisas básicas para qualquer história de terror), além de alguns adolescentes meio “estranhos”. O mais normal da casa se chama Simon, porém seu irmão Derek é estranho o bastante para que Simon pareça muito normal.
Kelley Armstrong escreveu muito bem todas as cenas e a história em si é bastante envolvente, ou seja, li o livro em um dia e quando acabei fiquei com aquele gostinho de ‘quero muuuito mais’ e ‘Droga, não acredito que um livro já se foi!’. Então recomendo e espero que todos amem que nem eu fiz.

FILMES

[Filme] Cavalo de Guerra

Olá amigos do Isto é leitura!
Hoje apresento para vocês a resenha do filme, “Cavalo de Guerra” dirigido pelo glorioso diretor Steve Spielberg!

Cavalo de Guerra

Titulo Original: War Horse

Gênero: Drama e Guerra
Duração: 146 min.
Origem: Estados Unidos e Índia
Estreia: 06 de Janeiro de 2012
Direção: Steven Spielberg
Roteiro: Lee Hall e Richard Curtis
Distribuidora: Walt Disney Pictures
Censura: 12 anos
Ano: 2011

Cavalo de Guerra, a aventura épica do diretor Steven Spielberg, é um conto de lealdade, esperança e tenacidade ambientado na arrebatadora paisagem da Inglaterra rural e da Europa durante a Primeira Guerra Mundial.

Cavalo de Guerra começa com a notável amizade entre um cavalo chamado Joey e um jovem chamado Albert, que o domestica e o treina. Quando eles são forçados a se separar, o filme acompanha a extraordinária jornada do cavalo, seguindo seus passos pela guerra, alterando e inspirando a vida daqueles que encontra – a cavalaria britânica, os soldados alemães, e um fazendeiro francês e sua neta, – antes que a história atinja o clímax emocional no coração da Terra de Ninguém.

Resenha:
Primeiramente preciso declarar uma coisa:
   -Que filme emocionante!!
Steve Spielberg novamente nos traz um filme impecável e perfeito, uma história de amizade entre um garoto de origem pobre e um cavalo. Uma amizade tão forte que nem o tempo, ou as circunstâncias da vida poderá destruir.

O filme foi muito bem  gravado, uma simples cena se transforma em algo grandioso só pela maneira que foi filmada. O local que escolherão para gravar o filme é deslumbrante com umas paisagens linda que só faz  o filme ter mais brilho. A trilha sonora não poderia ser melhor a cada cena emocionante, lá está a trilha sonora nos deixando mais emocionados ainda.

Steve Spielberg tem este poder de transformar pequenas coisas em coisas grandes!


O filme conta a estória de uma amizade que nasceu do primeiro momento em que eles se conheceram.
Albert (Jeremy Irvine),é um jovem de origem humilde que ajuda o seus pais  nos trabalhos na fazenda e que ama cavalos. Quando  descobre que seu pai comprou o cavalo que ele já havia conhecido e gostado, fica louco de felicidade e decidi que irá treinar o cavalo não importa quem queira o impedir. E lhe chama de Joey.

Joey não é um cavalo comum, mas sim um amigo verdadeiro e sincero, que para sempre irá amar o seu dono  não importa as circunstâncias que poderá enfrentar!!

Os dois ficam muito unidos e apegados. Até que a guerra começa e muitas coisas fazem com que estes dois tenham que se distanciar……..

Só digo uma coisa a todos é um filme perfeito que vale a pena assistir o tipo de filme que se sai do cinema com um gostinho bom na boca e muito inspirado. Foi além das minhas expectativas.Chorei,  sorri, e torci muito para que os dois ficassem juntos para sempre.

Gostei tantoooo, que não vejo a hora de poder comprar o livro, pois o filme foi uma adaptação da obra original de Michael Morpurgo…
Quando ler o livro trago resenha aqui no blog é claro kk

 

FILMES

[Filme] A Casa Silenciosa

Vocês não sabem como decepcionei a mim mesmo com este filme. Acho que não senti uma decepção tão grande quanto esta.
Bem, o título, sinopse e trailer de ‘A Casa Silenciosa’ chamou muito a minha atenção, e pensei: “Oh My God! Finalmente eu consegui achar um filme que consegue tirar ‘Atividade Paranormal’ do topo da minha lista”. Mas as pessoas cometem erros ao (usando a mais famosa expressão), “julgar o livro pela capa”.
O filme (se eu não me engano), é inspirado em fatos reais que aconteceu há muito tempo atrás, onde um pai e uma filha estão reformando sua atual casa muito afastada da cidade e, esta casa guarda um grande e terrível segredo que nos deixa totalmente encabulados e estressados! Então, o filme se passa e com o desenrolar da história, você fica totalmente confuso e começa a pensar em várias teorias de o que realmente está acontecendo na casa.
Então, no fim, você acha que haverá uma reviravolta de tirar o fôlego e que tornará o filme épico e… Nada… Isso mesmo, não acontece NADA. Bem, temos que dar uma chance ao filme pelo motivo de ter sido baseado em fatos reais, mas eles poderiam muito bem elaborar melhor o final.
Mas você também pode muito bem perceber que ele não é totalmente baseado em fatos reais, pois [spoiler alert] acho que você nunca veria um bidê na parede jorrando sangue, né? Ou veria?
Bem, posso concluir que não foi um desperdício total de 88 minutos jogados fora, mas pelo menos eu consegui matar a tal da curiosidade que estava me consumindo. E acho que se você já ouviu falar deste filme e leu esta resenha, não tire suas próprias conclusões baseadas na minha, assista ao filme e tire as suas. E claro, caso já tenha assistido, comente! Não custa nada, faz um blogueiro feliz e ajuda-nos a melhorar o blog e nosso conteúdo, tudo para vocês. 😀
Atualizado em 02/11/2013