LIVROS

[Livro] Inteligência Emocional

TÍTULO ORIGINAL: Inteligência Emocional
AUTOR(A): Goleman, Daniel
EDITORA: Objetiva
PÁGINAS: 380
ISBN: 8573020806
LANÇAMENTO: 2011

 

 

Sinopse:

Neste surpreendente livro Daniel Goleman nos leva a uma jornada que busca esmiuçar o comportamento humano nas mais simples peculiaridades. A proposta principal do livro é demonstrar como nosso cérebro funciona e através dos estudos apresentados deixar claro que nossa inteligência emocional é o que define nosso sucesso, ao contrário do que o senso comum diz, dando ao QI (coeficiente emocional) os louros do sucesso.

Por fim o livro nos apresenta soluções para a crescente dificuldade que enfrentam os jovens atualmente, propondo um modelo de ensino diferente do que é praticado atualmente e que tem resultados comprovados em pesquisas e estudos.

 

Todo mundo que frequentou a escola ouviu frases como: “Tá vendo o nerd ali, você vai trabalhar pra ele no futuro”, será que os alunos mais inteligentes do colégio conseguem traduzir notas altas em sucesso na vida adulta?

É justamente esse o primeiro tema que o livro aborda. Você já reparou que na maioria dos casos o mais inteligente da sala tem aquele estereótipo de nerd e com poucos amigos? Tímido e introspectivo? Segundo o autor, são justamente essas as características que apontam a falta de inteligência emocional e determinará o sucesso na vida adulta.

E outro extremo temos o pessoal do fundão, geralmente de alunos desinteressados e populares, com muitos amigos e sociáveis. Será que é possível traçar uma relação entre esses opostos? Segundo o estudo apresentado no livro, na média os primeiros obtém menos sucesso na vida profissional do que os segundos. Ou seja, o alto QI dos inteligentes não traduziu em maiores rendimentos na vida adulta. Isso ocorre porque sem inteligência emocional a pessoa acaba tendo dificuldade de relacionamento e enfrentar desafios, por exemplo, quando chega o momento de delegar atividade e chefiar equipes as pessoas com menor aptidão emocional e social tendem a ter mais dificuldades enquanto os sociáveis e populares na época da escola tiram isso de letra. O que faz todo sentido.

Ainda é possível determinar a personalidade da criança através da observação do seus hábitos. Pesquisadores que acompanharam crianças desde o berçário, enquanto elas ainda eram bebês e usavam body, conseguiram traçar o perfil de cada uma delas e depois de alguns anos de acompanhamento notaram que esses traços eram confirmados. Era fácil identificar os brigões, líderes, empáticos, etc. (Publicidade: Concorra a cupons desconto para body infantil personalizado). De alguma forma essas características são interiorizadas pelas crianças e reproduzidas na escola. Quando viam o histórico da família os pesquisadores percebiam que muito do comportamento era proveniente de hábitos vindos de casa. Um ambiente familiar em desarmonia definia a inteligência emocional das crianças para o mal e para o bem. Puxar as roupas de outros bebês, não dividir brinquedos, não participar das brincadeiras, são características que eram analisadas e preenchiam o perfil da criança.

Como as crianças foram acompanhadas, pelo perfil delas era possível calcular a possibilidade de ela perder pro crime os atos ilícitos e através dos estudos os resultados de fato comprovaram isso. Ao final do livro o autor mostra como a inteligência emocional é importante e que infelizmente vem sendo deixada de lado, como um modelo alternativo de ensino pode melhorar a qualidade de vida e aprendizado das crianças e melhorar a sociedade. Adultos com emocional forte são menos propensos a atos impensados ou criminosos, já que aprenderam a distinguir as emoções e fazer julgamentos corretos.

Uma ótima leitura.

LIVROS

[Livro] A Cura da Diabetes pela Alimentação Viva

1wsw32TÍTULO ORIGINAL: Cura do Diabetes pela Alimentação Viva, A – O Programa de 21 Dias Tree of Life
AUTOR(A): Gabriel Cousens
EDITORA: Alaúde
PÁGINAS: 472
ISBN: 9788578810740
LANÇAMENTO: 2011

 

 

Sinopse:

Epidemia no mundo inteiro, inclusive no Brasil, o diabetes é uma doença típica dos tempos modernos. Embora a predisposição genética seja um fator preponderante, o principal gatilho para o desenvolvimento da enfermidade é a alimentação desequilibrada, repleta de alimentos processados e junk food.

Você é o que você come, diz o ditado. Ou, como diz o autor, os alimentos que consumimos e a maneira como vivemos afetam diretamente a expressão de nossa carga genética, podendo degradar nossa expressão fenotípica e desencadear o processo diabético ou melhorar nossa expressão fenotípica para prevenir e reverter a doença.

Muitos não acreditam, mas o Brasil e o mundo vivem uma epidemia de diabetes e o livro tem o intuito de ir direto ao ponto e revelar o que está por trás dessa doença. Mais do que isso, o livro escancara o cenário atual dos profissionais da área.

Segundo o autor do livro, vivemos uma época de desinformação, os profissionais da área continuam se baseando em estudos ultrapassados, que inclusive, foram sancionados por meios escusos e não muito claros, polêmico!

Essa parte é engraçada, porque quando se trata de médicos e nutricionistas tendemos a acreditar em tudo o que ele fala, oras, a pessoa é formada em tal área, deve saber melhor do que ninguém da onde vem os estudos e o que realmente funciona. Bem isso não parece ser necessariamente verdade.

Um dos maiores vilões de nossa época é o carboidrato. Quando cientistas elaboraram a pirâmide alimentar colocaram os carboidratos como alimento mais importante, na base da pirâmide. Por outro lado, a gorduras saturadas, proteínas, ovos e outros alimentos tiveram sua relevância reduzida e em muitos casos foram demonizados pelos profissionais na área da saúde. A gordura saturada é um ótimo exemplo disso.

O curioso desse fato é que a população mais velha sempre se alimentou com gordura saturada proveniente da banha de porco e sempre foram pra mim as pessoas mais fortes e saudáveis, inclusive são magros. Hoje basicamente comemos alimentos processados e junk food.

O que nos leva a outro ponto importante, a população de baixa renda tem um índice de sobrepeso altíssimo, o que nos leva a crer que alimento não falta, o problema é o que eles comem. Os estudos mostram que a dieta deles é rica em carboidratos refinados e doces. Sobrepeso e má alimentação é um prato cheio para diabetes. Inclusive ele cita o medicamento para diabetes forxiga e outros, que apesar de ajudarem no combate mão fazem milagres, se não houver controle na alimentação a pessoa corre sérios problemas.

Por fim o autor nos leva a uma alternativa através da alimentação. Ele propões um programa de 21 dias onde o paciente se submete a seguir os passos e buscar uma melhora na condição. Nesse plano além da alimentação é proposto o uso de suplementos vitamínicos e outros nutrientes que visam complementar a dieta e fazer com que o resultado seja melhor. Ainda entram alguns suplementos naturais como a farinha de maracujá que segundo pesquisas  comprovadas ajudam a baixar a glicemia.

O livro é interessante e pra mim que não sabia nada a respeito foi muito útil.

LIVROS

[Livro] Cidade de Vidro

TÍTULO ORIGINAL: City of Glass – The Mortal Instruments 3
AUTOR(A): Cassandra Clare
EDITORA: Galera Record
PÁGINAS: 476
ISBN: 9788501087164
LANÇAMENTO: 2011

 

 

 

Sinopse:

        Em busca de uma poção para salvar a vida de sua mãe, Clary deve viajar até a Cidade de Vidro, lar ancestral dos Caçadores de Sombras. Mas à medida que se aproxima de Ragnor Fell, o feiticeiro que pode curar a mãe, ela descobre segredos sobre seu passado e o de Jace – e o irmão não hesita em deixar claro que não a quer por perto. Isso Clary já entendeu, ela só não imagina que está prestes a participar de uma batalha épica, na qual Caçadores de Sombras e integrantes do Submundo terão que se unir se quiserem sobreviver.



Resenha:

Hoje estou com inspiração para fazer diferente, então vou começar falando das coisas que eu não gostei: está na metade da série! E o livro me deixou tão irritada no ponto que eu joguei meu celular no chão (estava lendo no meu celular neste dia), claro que depois eu quase tive um ataque cardíaco pensando que meu celular tivesse quebrado, mas isso são detalhes, apenas detalhes.
De resto e como a partir do segundo – já que eu não gostei muito do primeiro – eu amei. Amei muito mesmo. É cheio de ação, aventura e brigas. Adoro brigas. Ainda mais que era a briga da Clary com o Jace e eu, mentalmente, colocava lenha na fogueira pra eles brigarem mais, foi divertido!
Falando sério, Cassandra Clare é uma das autoras que eu venero. Ela escreve muito bem, suas historias são envolventes e fazem você torcerem até para o lado do mal (eu quase sempre torço pro lado no mal, excluam esse detalhe). Enfim, amo e recomendo, indico, obrigo e torturo vocês até que todos do mundo tenham lido.
Beijinhos e até a próxima! 😀

LIVROS

[Livro] Divergente

TÍTULO ORIGINAL: The Divergent Trilogy #1 – Divergent

 

 AUTOR(A): Veronica Roth
EDITORA: Rocco
PÁGINAS: 504
ISBN: 9788579801310
LANÇAMENTO: 2012

 

 

 

 


Sinopse:

Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

Resenha:

Lembro que eu tinha marcado como “vou ler” no Skoob, mas no fim ficou lá até que alguém chegou pra mim e falou: Você já leu Divergente da Veronica Roth? Estão falando que é muito bom e que nos faz pensar bastante.Guardei esse comentário bem no fundo da minha memória e o tempo se passou. No fim eu comecei a ler o livro porque eu estava entrando em depressão (tinha acabado uma outra série de livros).

Me arrependi muito de não ter lido antes. Trata muito de problemas sociais, com uma visão de um governo futurista separado por facções – Sinceridade, Destemor, Amizade, Abnegação e Erudição. Cada Facção representa uma virtude, mas às vezes acontece da pessoas serem divergentes, o que na verdade é uma grande problema, principalmente para o governo que quer manter o equilíbrio das coisas.

O que mais chama atenção é que quem não é apto para nenhuma facção é um sem facção (o que é meio óbvio), mas essas pessoas que são sem facção, elas não tem lugar para morar ou o que comer. Resumindo, ele são mendigos indigentes. Esse é um dos grandes problemas sociais que é tratado, o que nós convivemos dia a dia. E isso nos faz olhar de uma forma melhor para o mundo e querer ajudar as pessoas – no meu caso, sempre que eu vejo um morador de rua dou um pouco de dinheiro pra eles, não importa se é pra drogas ou bebidas, o importante é que eu estou ajudando e com um sorriso no rosto. Uma coisa que todos deviam fazer, isso com certeza iria melhorar seu dia, ou não. Pelo menos é o que alguns filósofos dizem.

Voltando ao assunto resenha: Recomendo esse livro para todas as pessoas maiores de 13 anos, de qualquer sexo e de qualquer idade. É um livro muito bem escrito, com o clímax muito bom e com uma história de revolução envolvente que é capaz de não te deixar dormir a noite por vontade de ler, ou até sonhar. Mas “cá” entre nós, já pensou em como você pode mudar o seu mundo?

MÚSICA

[Música] História do Rock: Slayer

slayer
O História do Rock está de volta para mais uma semana de Halloween do IéL e acredito que muitos de meus amados fãs já perceberam que estou usando este mês para escrever sobre as famosas bandas de metal que muitos tem medinho de ouvir. Continuando nessa temática sombria do rock hoje temos uma banda bastante conhecida pelo seu som pesado e com temas malignos (muahahahahaha. Pra quem não sabe essa é a minha risada diabólica). O História do Rock traz hoje para vocês a banda Slayer.

 

As raízes do Slayer surgiram no distante ano de 1981 em Los Angeles, quando o guitarrista Kerry King cansou de passar por várias bandas sem futuro e decidiu formar a sua própria banda, junto com o guitarrista Jeff Hanneman que ele havia conhecido a pouco tempo. Kerry conhecia um baixista chamado Tom Araya que já havia tocado com ele em outras bandas anteriormente e decidiu convidá-lo para sua nova banda. O último a entrar na banda foi o baterista Dave Lombardo, também convocado por King que o conhecia da pizzaria onde Dave trabalhava (alguém tinha que trabalhar nesse mundo né).
Fato interessante: Essa eu descobri fazendo o post: Tom Araya não é americano, na verdade Tom é chileno e só se mudou com sua família para os EUA aos cinco anos de idade.

Inicialmente a banda não tinha nome e tocava covers principalmente do Iron Maiden e Judas Priest, mas de forma mais rápido e/ou pesada do que as músicas originais. Eles se apresentavam em bares da região de Los Angeles (como sempre os famosos bares iniciando a fama de muitos).
Quase dois anos depois os quatro ainda continuavam se apresentando apenas em bares, clubes e festas (ninguém nunca me chama pra uma festa com música assim), até que em 1983 eles foram convidados a se apresentar em um clube de Los Angeles. Enquanto tocavam naquela fatídica noite eles foram vistos por Brian Slagel, presidente da recente gravadora Metal Blade. Ao final do show, Brian se apresentou e ofereceu a chance para o Slayer gravar uma música para ser incluída na sua coletânea “Metal Massacre III” (o Metallica lançou sua primeira música em 1981 no Metal Massacre I). A banda aceitou, assinou um contrato com a gravadora e gravou a música “Aggressive Perfector” que acabou sendo um dos grandes destaques do “Metal Massacre III”.
A banda então mais confiante, mas ainda sem dinheiro, decide conseguir algum dinheiro para financiar

seu primeiro álbum. O dinheiro vem basicamente de uma poupança que Tom tinha e a outra parte emprestada pelo pai de Kerry. Com isso eles conseguem começar a gravação de seu primeiro álbum que é finalizado em três semanas e lançado logo a seguir em dezembro de 1983. “Show No Mercy” é considerado o pai do Thrash Metal (junto com “Kill em’ All” do Metallica lançado em 1981) e é o álbum que mais aborda temas como satanismo e ocultismo em todos os álbuns do Slayer. As canções foram todas compostas por King e/ou Hanneman com destaque para a faixa de abertura do álbum “Evil Has No Boundaries”. O álbum trazia vocais gritados que chegavam a beirar o gutural em certos momentos, riffs rápidos de guitarra, solos ainda mais rápidos e uma bateria com pedal duplo em uma marcação alucinante. O resultado do álbum foi um bom sucesso para um álbum de estreia, vendendo cerca de 40 mil cópias pelo mundo, sendo a metade apenas nos EUA.

Fato interessante: Após o lançamento do primeiro álbum da banda, eles começaram sua primeira turnê pelos EUA e que teve todo o luxo do velho camaro de Tom Araya puxando um trailer onde eles ficavam entre os shows (vida de músico pobre é complicado nego).
Fato interessante²: Desde o primeiro álbum (e talvez até antes) a banda foi acusada de satanismo e etc e tal, o que se prova ser algo ridículo, já que o vocalista e baixista da banda Tom Araya é cristão assumido (sim, ele é um cara crente) e diz que quando King ou Hanneman fazem alguma música com referências ao demônio ele não quer incitar que as pessoas sigam o capeta, mas ele faz a música para irritar e assustar as pessoas (chupem seus religiosos fanáticos).

Em 1984 eles decidiram lançar o EP “Haunting the Chapel” que era mais obscuro e que contava com apenas três músicas, sendo a principal “Chemical Warfare” que é um dos grandes clássicos do Slayer sendo executada ao vivo nos shows até hoje.
Fato interessante: Nessa época Kerry King chegou a tocar na banda Megadeth (outra grande banda de Thrash Metal) fazendo cinco apresentações com a banda, mas depois acabou saindo para voltar a se dedicar ao Slayer o que acabou gerando uma famosa rixa entre as duas bandas (Dave Mustaine contra a rapa, inclusive Slayer).
Ainda em 1984 o Slayer lançou seu primeiro álbum ao vivo, “Live Undead”, gravado naquele mesmo ano na turnê que eles faziam junto com Venom e Exodus.

A banda então já ganhando um grande destaque na cena do metal, não só underground (aboveground, sei lá) voltou para estúdio em 1985 para gravar seu segundo álbum, agora financiado pela gravadora. O resultado foi lançado ainda em 1985 com o nome “Hell Awaits”. O álbum que obviamente pelo nome tem temas satânicos fez um bom sucesso, vendendo cerca de 100 mil álbuns mundo afora e dando uma maior visibilidade para o Slayer. O grande destaque do álbum está na intro dele, com uma recepção de “Join Us” (junte-se a nós) e pouco antes do começo da primeira música “Welcome Back” (bem vindo de volta).

Fato interessante: O segundo álbum do Slayer, além de ter boas vendas acabou sendo eleito por uma revista inglesa como o melhor álbum de 1985.
Após o sucesso do álbum o Slayer foi contatado por outras gravadoras maiores que quiseram assinar um contrato com a banda. O novo contrato da banda foi assinado com a Def Jam Records, que até então era uma gravadora de rap/hip hop. O produtor do álbum foi o famoso Ricky Rubin (que eu já citei aqui nessa bagaça várias vezes).
O novo álbum da banda teve uma “remodelagem” com a mudança das músicas longas e complexas,
sendo trocadas por músicas mais curtas e rápidas. Além disso os temas da banda mudaram também, saindo do satanismo e passando por religião, nazismo, insanidade, etc. O álbum foi lançado em 1985 sob o nome “Reign in Blood” que não foi incluído no calendário de lançamentos da empresa, tendo quase nenhuma divulgação e praticamente não tocando em nenhuma rádio o álbum surpreendeu pelas vendas chegando a ganhar um disco de ouro. O álbum também foi eleito naquele ano pela revista Kerrang! como o álbum mais rápido e pesado de todos os tempos (eu não acho ele tão pesado assim, principalmente comparado com os dois primeiros, mas enfim). Além disso, esse foi o primeiro álbum do Slayer a entrar na Billboard 200, ficando em 94º.
Fato interessante: A distribuidora “oficial” da Def Jam Records na época era a Columbia, mas esta se recusou a distribuir o álbum “Reign in Blood” por ele ser muito pesado, o que levou a gravadora a distribuir o álbum através da Gefen, que também não achava muito apropriado o álbum, mas tinha menos fibra moral ou mais bom gosto.
Fato interessante: A banda também começou a ser acusada de apoiar o nazismo, devido às suas músicas que relatavam muitos episódios famosos da Segunda Guerra e seus horrores (as pessoas não tem a consciência de que falar sobre o assunto não significa que você o apoie).

Durante a turnê houve um pequeno desentendimento entre a banda e Dave Lombardo que achava que a banda não estava sendo apropriadamente paga. Dave saiu da banda e o Slayer continuou a turnê com Tony Scaglione em seu lugar, mas pouco tempo depois a esposa de Dave o convenceu a voltar para a banda porque era o melhor a ser feito. Com isso Dave Lombardo volta para o Slayer ainda naquela turnê (viu Yoko, a esposa tem que incentivar a banda a ficar junta e não separar os caras).

O quarto álbum da banda foi aquele que era amado ou rejeitado pelos fãs. Após o lançamento de “Reign in Blood” os fãs esperavam algo do mesmo calibre, rápido e pesado, mas a banda sabia que dificilmente iria conseguir produzir outra obra prima como aquela e decidiu fazer um álbum com o som mais cadenciado, mas sem perder o peso. “South of Heaven” foi lançado em 1988 e atingiu a 57ª posição na Billboard 200, além de ganhar o segundo disco de ouro da banda. Assim como o público as opiniões da crítica foram divididas.

Já no ano seguinte a banda decidiu voltar para estúdio para dar início as gravações do seu mais novo álbum. Lançado em 1990, “Seasons in the Abyss” o álbum misturava as músicas rápidas que os fãs tanto pediam ao estilo “Reign in Blood” e um som mais cadenciado em outras ao estilo “South of Heaven”, agradando aos fãs, alcançando a 40ª posição na Billboard e ganhando o primeiro disco de platina da banda. (“War Ensemble” e “Dead Skin Mask”, minhas duas músicas favoritas do Slayer estão nesse álbum e por isso esse é o melhor álbum da banda para mim. É um bom álbum para você ouvir se quiser conhecer o som da banda).
Em 1991 a banda decidiu lançar um álbum duplo gravado ao vivo em comemoração aos 10 anos de banda. O álbum foi batizado de “Decade of Aggression” contendo 21 clássicos da banda e chegando a 55ª na Billboard.
Em 1992 novamente ocorrem problemas da banda com Dave Lombardo que acaba saindo da banda novamente e forma sua própria banda “Grip Inc.”, enquanto o Slayer recruta o baterista Paul Bostaph para segurar as baquetas da banda (comentário de duplo sentido sem graça hein), fazendo sua estreia pela banda em 1993 no Monsters of Rock em Donnington.

O primeiro trabalho da banda com o novo baterista foi lançado em 1994 com o nome “Divine

Intervention” que teve a melhor estreia de um disco do Slayer ficando em 8º lugar na Billboard. O álbum trazia temas como o nazismo, serial killers, religião e governo. A banda saiu em turnê em 1995 e naquele mesmo ano tocou na nova edição do festival Monsters of Rock (pelo jeito, o festival favorito da banda).

Em 1996 a banda decidiu lançar um álbum de covers, “Undisputed Attitude”, que contava com uma faixa inédita do Slayer, “Gemini”, e duas outras de um projeto paralelo, Pap Smear, de Jeff junto com Kerry compostas em 1985. O álbum manteve a média dos álbuns da banda, ficando em 34º lugar da Billboard 200.

Logo após o lançamento do álbum o baterista Paul Bostaph deixou o Slayer para trabalhar em seu projeto paralelo e a banda teve que recrutar o seu substituto as pressas. O escolhido da vez foi John Dette da banda Testament, que fez sua estreia ao vivo com a banda no festival Ozzfest de 1996 (não foi o Monsters of Rock, não acredito). Entretanto pouco antes de completar um ano com a banda ele acabou sendo demitido por diferenças com os outros membros da banda, o que trouxe de volta Paul Bostaph para o Slayer.

Fato interessante: Em 1996 a banda foi processada pelos pais de uma garota chamada Elyse Pahler que havia sido sequestrada, violentada e assassinada por três garotos fãs da banda. De acordo com os três eles foram incentivados e “ensinados” a como fazer aquilo com a garota através das músicas do Slayer. O processo só foi terminado em 2001 quando o juiz julgou o caso improcedente por liberdade de expressão e falta de previsibilidade. A família tentou um segundo processo por danos morais, agora contra a banda e contra a gravadora, mas novamente o juiz julgou o caso improcedente e afirmou que a música do Slayer não era indecente ou prejudicial aos jovens (chupem quem fala que a culpa dessas coisas é das bandas de rock).

A banda voltou a estúdio em 1997 e lançou seu novo álbum em 1998. Intitulado “Diabolus in Musica”, considerado o álbum mais experimental da banda até hoje, mas sem perder todo o peso característico dos álbuns da banda, vendendo 46 mil cópias só na primeira semana, alcançando o 31º lugar nas paradas americanas. Logo após o lançamento do álbum a banda anunciou sua turnê mundial, começando pela Ozzfest no Reino Unido.

A banda demorou um pouco para lançar seu nono álbum, que também contou com atrasos imprevistos na hora da mixagem e edição final, mas finalmente foi lançado em 2001. “God Hates Us All” era uma volta da banda ao seu som pesado de origem, sem tantos experimentos como nos últimos álbuns. Pouco depois de iniciar a turnê, Paul machucou o cotovelo e teve que deixar a banda para cuidar da lesão, deixando um problema para o Slayer no meio da turnê que recorreu a Dave Lombardo para continuar a turnê para eles. Dave aceitou o convite e acabou voltando a ser membro efetivo do Slayer no final de 2001.

Fato interessante: O título “God Hates Us All” (Deus Odeia a Todos Nós) acabou sendo bastante

apropriado para a data de lançamento, já que coincidentemente o álbum foi lançado no dia 11 de setembro de 2001. Se você não é muito bom com datas, esse foi o dia do atentado ao World Trade Center nos EUA (estou impressionado que ninguém processou a banda alegando que eles tinham deixado Deus nervoso e por isso os EUA foram castigados. Sim isso foi sarcástico, caso você seja ruim em identificar sarcasmo).

Durante o ano de 2003 a banda estava tocando todo o álbum “Reign in Blood” nos seus shows, com uma turnê chamada “Still Reigning”, tendo a apresentação do Maine em 2004 gravada, quando a banda termina a música “Reign in Blood” e toma um banho de sangue falso no palco. O show foi lançado no DVD que leva o mesmo nome da turnê. E ainda em 2004 a banda lançou “War at the Warfield” (um homevideo) e “Soundtrack to the Apocalypse” que era um box com CD e DVD de músicas e apresentações raras da banda.

Fato interessante: Entre 2002 e 2004 a banda realizou mais de 250 shows pelo mundo em suas duas turnês.

O novo álbum da banda, muito aguardado por ser o primeiro com Lombardo desde 1990, estava planejado para junho de 2006, mas acabou sendo adiado e em seu lugar a banda decidiu dar um gostinho para os fãs com o EP “Eternal Pyre”, que trazia a música “Cult” e teve suas cinco mil cópias vendidas em poucas horas no mesmo dia.

Finalmente em agosto o novo álbum da banda veio, “Christ Illusion”, que logo na primeira semana entrou no 5º lugar da Billboard 200, tendo ganhado o Grammy daquele ano com a melhor performance de metal com a música “Eyes of the Insane” (essa música faz parte do filme “Jogos Mortais III”).

A turnê que se seguiu ao álbum (na verdade começou antes do lançamento do álbum) e foi acompanhada por bandas como Children of Bodom e Lamb of God (humildade total essa turnê hein).

Em 2009, o baixista e vocalista da banda, Tom Araya deu um susto nos fãs dizendo que o contrato da banda era de apenas mais um álbum e depois disso ele não sabia se o Slayer continuaria, já que ele não se imaginava com mais idade e continuando fazendo isso, e iria querer sossegar (faz isso não Araya).

Em 2 de novembro de 2009 a banda lançou seu 11º álbum de estúdio, “World Painted Blood”, que de

acordo com o próprio Tom, era uma mistura de tudo que o Slayer tinha feito até então, algo como o “Season in the Abyss”, de 1990. Com 41 mil cópias vendidas na primeira semana, o álbum alcançou a 12ª colocação na Billboard 200, tendo uma boa recepção dos fãs e da crítica “especializada”.

Em maio de 2010 a banda tocou na Bulgária junto com Metallica, Megadeth e Anthrax no concerto chamado de Big Four, reunindo as quatro maiores bandas de Thrash Metal. O Slayer tocou músicas clássicas e músicas do novo álbum também e fez bonito (como sempre).

Em 2011 o guitarrista Jeff Hanneman vai parar no hospital depois de ser picado no braço por uma aranha obrigando a banda a chamar o guitarrista do Exodus, Gary Holt para seu lugar provisoriamente (pô você não vai virar o Spider Man?). Jeff voltou para a banda um tempo depois dizendo-se recuperado (e sem os super poderes aparentemente).

O ano de 2013 tem sido dureza para o Slayer, primeiro com a saída de Dave Lombardo (pqp de novo?) por desentendimentos entre ele e o resto da banda sobre o dinheiro que eles recebiam (Lombardo acha que os empresários e a gravadora fica com uma parte muito grande do dinheiro e que a banda deveria receber mais por serem aqueles que mais trabalham).

Pouco mais de 2 meses depois, em 2 de maio vem a notícia de que Jeff Hanneman havia morrido devido a uma insuficiência hepática. Mesmo depois de recuperado da picada da aranha, Jeff ainda sofria com o necrosamento no local da picada da aranha (no braço dele), o que pode ter complicado ainda mais o problema com a segunda doença que o levou a óbito.

A banda decidiu continuar com seus shows pouco tempo depois em memória de Jeff, e chamou Gary Holt para a vaga de guitarrista, além de anunciar Paul Bostaph de volta para a bateria da banda, que se disse muito feliz por voltar a banda.


O Slayer foi um dos destaques do último Rock in Rio, tocando no último dia do evento no Brasil e sendo sem dúvida alguma um dos melhores shows do festival como um todo, tocando com muita energia ainda em cima do palco e mostrando como é que se faz um show de metal (eu só queria ter visto o show com o Lombardo que é muito melhor que o Bostaph, mas tá bom também).

E é isso, essa é a história dessa banda fenomenal que há tempos vem assustando criancinhas e os velhinhos com seu metal do mal, sua música pesada e que dá vontade de sair pulando e batendo cabeça no meio da rua. Esse é o Slayer, uma banda diabolicamente excelente (trocadilho horrível pra terminar um post).

LIVROS

[Livro] A Invocação

TÍTULO ORIGINAL: The Summoning – Darkest Powers I

AUTOR(A): Kelley Armstrong
EDITORA: Novo Século
PÁGINAS: 302
ISBN: 978857696633
LANÇAMENTO: 2012

 

Sinopse: Meu nome é Chloe Sounders e minha vida nunca mais será a mesma de novo. Tudo o que eu queria era fazer amigos, conhecer garotos, e continuar sendo comum. Eu nem sei mais o que isso significa. Tudo começou no dia que eu vi meu primeiro fantasma – e o fantasma  me viu. Agora há fantasmas por toda a parte e eles não me deixam em paz. Ainda por cima, de alguma maneira eu fui trancafiada na Casa Lyle, um “lar especial” para adolescentes perturbados. Mas o lar não é o que parece. Não diga a ninguém, mas eu acho meus colegas não são o que parecem. A pergunta é, de que lado eles estão? Sou eu quem deve descobrir os perigosos segredos por trás da Casa Lyle… antes que seus esqueletos voltem para me assombrar.

Resenha:
A primeira coisa que eu percebi logo que comecei a ler foi que essa garota, a protagonista, é estranha. Ela meio que é obcecada pela primeira menstruação que ainda não veio. Ela deveria agradecer a Deus porque ninguém merece quase morrer de dor todo mês.
Voltando para a história, tudo começa a ficar realmente interessante quando ela finalmente tem sua primeira menstruação (ela tem 15 anos, está meio atrasada) uma pessoa começa a persegui-la e claro que ele é um fantasma. O modo como a cena é descrita é muito boa, e você acaba entrando na cena. Eu até sonhei com essa cena depois, só que era meu cachorro que estava me perseguindo (kkkk).
Depois dessa cena acontece um monte de coisa e ela se vê na Casa Lyle para adolescentes problemáticos. Um lugar misterioso e que eu estou doida para conhecer. A casa é meio macabra com sótão e porão (coisas básicas para qualquer história de terror), além de alguns adolescentes meio “estranhos”. O mais normal da casa se chama Simon, porém seu irmão Derek é estranho o bastante para que Simon pareça muito normal.
Kelley Armstrong escreveu muito bem todas as cenas e a história em si é bastante envolvente, ou seja, li o livro em um dia e quando acabei fiquei com aquele gostinho de ‘quero muuuito mais’ e ‘Droga, não acredito que um livro já se foi!’. Então recomendo e espero que todos amem que nem eu fiz.

FILMES

[Filme] Cavalo de Guerra

Olá amigos do Isto é leitura!
Hoje apresento para vocês a resenha do filme, “Cavalo de Guerra” dirigido pelo glorioso diretor Steve Spielberg!

Cavalo de Guerra

Titulo Original: War Horse

Gênero: Drama e Guerra
Duração: 146 min.
Origem: Estados Unidos e Índia
Estreia: 06 de Janeiro de 2012
Direção: Steven Spielberg
Roteiro: Lee Hall e Richard Curtis
Distribuidora: Walt Disney Pictures
Censura: 12 anos
Ano: 2011

Cavalo de Guerra, a aventura épica do diretor Steven Spielberg, é um conto de lealdade, esperança e tenacidade ambientado na arrebatadora paisagem da Inglaterra rural e da Europa durante a Primeira Guerra Mundial.

Cavalo de Guerra começa com a notável amizade entre um cavalo chamado Joey e um jovem chamado Albert, que o domestica e o treina. Quando eles são forçados a se separar, o filme acompanha a extraordinária jornada do cavalo, seguindo seus passos pela guerra, alterando e inspirando a vida daqueles que encontra – a cavalaria britânica, os soldados alemães, e um fazendeiro francês e sua neta, – antes que a história atinja o clímax emocional no coração da Terra de Ninguém.

Resenha:
Primeiramente preciso declarar uma coisa:
   -Que filme emocionante!!
Steve Spielberg novamente nos traz um filme impecável e perfeito, uma história de amizade entre um garoto de origem pobre e um cavalo. Uma amizade tão forte que nem o tempo, ou as circunstâncias da vida poderá destruir.

O filme foi muito bem  gravado, uma simples cena se transforma em algo grandioso só pela maneira que foi filmada. O local que escolherão para gravar o filme é deslumbrante com umas paisagens linda que só faz  o filme ter mais brilho. A trilha sonora não poderia ser melhor a cada cena emocionante, lá está a trilha sonora nos deixando mais emocionados ainda.

Steve Spielberg tem este poder de transformar pequenas coisas em coisas grandes!


O filme conta a estória de uma amizade que nasceu do primeiro momento em que eles se conheceram.
Albert (Jeremy Irvine),é um jovem de origem humilde que ajuda o seus pais  nos trabalhos na fazenda e que ama cavalos. Quando  descobre que seu pai comprou o cavalo que ele já havia conhecido e gostado, fica louco de felicidade e decidi que irá treinar o cavalo não importa quem queira o impedir. E lhe chama de Joey.

Joey não é um cavalo comum, mas sim um amigo verdadeiro e sincero, que para sempre irá amar o seu dono  não importa as circunstâncias que poderá enfrentar!!

Os dois ficam muito unidos e apegados. Até que a guerra começa e muitas coisas fazem com que estes dois tenham que se distanciar……..

Só digo uma coisa a todos é um filme perfeito que vale a pena assistir o tipo de filme que se sai do cinema com um gostinho bom na boca e muito inspirado. Foi além das minhas expectativas.Chorei,  sorri, e torci muito para que os dois ficassem juntos para sempre.

Gostei tantoooo, que não vejo a hora de poder comprar o livro, pois o filme foi uma adaptação da obra original de Michael Morpurgo…
Quando ler o livro trago resenha aqui no blog é claro kk

 

FILMES

[Filme] A Casa Silenciosa

A Casa Silenciosa
Vocês não sabem como decepcionei a mim mesmo com este filme. Acho que não senti uma decepção tão grande quanto esta.
Bem, o título, sinopse e trailer de ‘A Casa Silenciosa’ chamou muito a minha atenção, e pensei: “Oh My God! Finalmente eu consegui achar um filme que consegue tirar ‘Atividade Paranormal’ do topo da minha lista”. Mas as pessoas cometem erros ao (usando a mais famosa expressão), “julgar o livro pela capa”.
O filme (se eu não me engano), é inspirado em fatos reais que aconteceu há muito tempo atrás, onde um pai e uma filha estão reformando sua atual casa muito afastada da cidade e, esta casa guarda um grande e terrível segredo que nos deixa totalmente encabulados e estressados! Então, o filme se passa e com o desenrolar da história, você fica totalmente confuso e começa a pensar em várias teorias de o que realmente está acontecendo na casa.
Então, no fim, você acha que haverá uma reviravolta de tirar o fôlego e que tornará o filme épico e… Nada… Isso mesmo, não acontece NADA. Bem, temos que dar uma chance ao filme pelo motivo de ter sido baseado em fatos reais, mas eles poderiam muito bem elaborar melhor o final.
Mas você também pode muito bem perceber que ele não é totalmente baseado em fatos reais, pois [spoiler alert] acho que você nunca veria um bidê na parede jorrando sangue, né? Ou veria?
Bem, posso concluir que não foi um desperdício total de 88 minutos jogados fora, mas pelo menos eu consegui matar a tal da curiosidade que estava me consumindo. E acho que se você já ouviu falar deste filme e leu esta resenha, não tire suas próprias conclusões baseadas na minha, assista ao filme e tire as suas. E claro, caso já tenha assistido, comente! Não custa nada, faz um blogueiro feliz e ajuda-nos a melhorar o blog e nosso conteúdo, tudo para vocês. 😀
Atualizado em 02/11/2013
FILMES

[Filme] Resident Evil

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Gente bonita, como vocês estão? Eu também estou bem (caso tenham perguntado). Estou aqui para deixar minha singela contribuição para o especial de Halloween do blog. Confesso que nunca fui um grande “assistidor” de filmes de terror (por opção, já que eu prefiro a boa e velha comédia), mas também sou viciado em vídeo games e por isso acompanho a saga Resident Evil desde o primeiro filme até o sexto (que ainda nem foi lançado). Por isso eu decide fazer uma super resenha tamanho família com todos os filmes. Pegue o suquinho, água, refri (sei lá o que você bebe) e um lanche por que vai ser uma longa leitura (ou então leia um por dia).
Resident Evil

 

Resident Evil: O Hóspede Maldito
Ano de lançamento: 2002
Gênero: Terror
Resenha:
Bom o primeiro filme baseado na franquia de jogos Resident Evil foi lançado já há mais de 10 anos, mas depois de ter assistido ele esses dias (mês passado eu acho) eu vi que ele tem uma qualidade muito boa.
O filme se passa em torno de Alice (Milla Jovovich), que acorda em uma casa sem roupa (fato esse que os produtores safadenhos vão fazer acontecer sempre que puderem nos filmes seguintes hehehehe) e sem memória alguma de quem é, onde está ou o que aconteceu.
Logo no começo ainda uma unidade da Umbrella chega na mansão e explica que precisam descer por uma passagem secreta da mansão (que é a entrada) para um laboratório super secreto da Umbrella, chamado carinhosamente de Colmeia. Todos os personagens vão aparecendo logo no começo. A missão inicial do time da Umbrella era desativar um super computador chamado Rainha Vermelha, que estava matando todos no laboratório. Mas descobre-se que o computador fez isso apenas para evitar que o vírus se espalhasse para a superfície e eles tem pouco tempo para religá-lo e fugir antes que o mundo exterior seja afetado.
O filme então usa a fórmula clássica de filmes de terror, quando os personagens começam a morrer aos poucos em “acidentes” dentro do laboratório. Também surge a simpatia entre Alice e Matt (Eric Mabius), quase um romance (dentro do possível em um laboratório infestado de monstros e um computador pouco amistoso).
Mesmo não tendo a palavra “Zumbi” em nenhum momento do filme, apenas “monstros” (falta de consideração) os ZUMBIS foram muito bem feitos, principalmente os cachorros zumbis (que não poderiam faltar no filme, já que eram o grande pesadelo nos jogos, assim como foram no filme um dos piores zumbis para se encontrar).[Spoiler Alert] Ao final Alice é capturada junto com o outro sobrevivente (eu não vou falar quem) pela Umbrella que faz experimentos nela e seu companheiro. Alice acaba acordando em um hospital em Raccoon City e ao sair encontra a cidade devastada (dando a entrada para o próximo filme).
No geral o filme é bom (um dos melhores da saga na minha opinião) com o famoso assassinato em um de cada vez da turma e alguns sustos previsíveis em momentos de tensão (aqueles que você se prepara para não ser pego de surpresa mas mesmo assim assusta).
Os números do filme também refletem o sucesso dele, faturando pouco mais de $100.000,00 com um orçamento de aproximadamente $33.000,00.
Como eu disse não sou um dos maiores fãs de filme de terror, mas esse filme na minha opinião é um dos poucos filmes que me agradam nesse gênero e eu recomendo muito.
Resident Evil: Apocalypse

 

Resident Evil 2: Apocalipse
Ano de lançamento: 2004
Gênero: Terror
Resenha:
O filme começa exatamente onde o primeiro termina, ou seja, com Alice descobrindo a cidade de Raccoon City totalmente destruída por causa do T-Vírus.
Alice começa a vasculhar a cidade e uma forma de sair dali logo e encontra alguns sobreviventes, como Jill Valentine (Sienna Guillory, que realmente me impressionou pela aparência parecida com a Jill Valentine dos jogos) e Carlos Oliveira (Oded Fehr) um agente da Umbrella deixado para trás.
Uma das melhores cenas do filme acontece na primeira metade quando o grupo se refugia em uma capela depois de passar por um cemitério (sério? um apocalipse zumbi ocorrendo e essa galera vai pro cemitério se esconder?).
O grupo tenta a princípio fugir da cidade, mas acaba descobrindo que a quarentena da Umbrella será impossível de furar por terra. Eles recebem a proposta de um cientista da Umbrella, Dr. Charles Ashford, para resgatarem sua filha que está refugiada em uma escola e em troca ele tira todos da cidade com seu helicóptero.
Nada é fácil e lindo em um filme de terror, então além dos zumbis tradicionais (que a propósito estão aos montes na escola onde a garota a ser resgatada está) também temos o simpático Nemesis (que nos jogos da franquia apareceu em Resident Evil 3: Nemesis, como o principal vilão, muito fdp por sinal) que mata todo mundo com sua metralhadora muito simpática.
O grupo consegue chegar a escola (o clima mais pesado do filme, com cenas silenciosas e sustos a qualquer momento podem acontecer) e eles conseguem encontrar a garotinha e fugir de lá.
O final do filme eu achei sensacional com a esperada luta corpo a corpo de Alice contra Nemesis (as duas maiores “armas” criadas pela Umbrella) e um final certamente inesperado.
Como também não podia faltar, no final do filme Alice aparece nas instalações da Umbrella sendo “examinada” pelo dr. Isaacs e novamente sem roupa (pra alegria da nação masculina novamente hehehehe).
Na minha opinião esse foi o melhor filme entre os cinco já lançados até agora por conseguir ser fiel dentro do possível a ideologia dos jogos e com boas atuações, ambientações (o cemitério é o melhor hehehehe), além do simpático Nemesis (que não me deixou dormir depois porque me deixou com medo na época desgraça hehehe eu jurava que ele estava vindo me pegar com sua metralhadora e aquele sorriso simpático que só ele tem).
Resident Evil: Extinction
Resident Evil 3: A Extinção
Ano de Lançamento: 2007
Gênero: Terror (na verdade ação)
Resenha:
Esse é o filme que eu mais assisti de todos da saga até hoje (de tanto que passa na TV) e é onde eu acho que os filmes da saga começaram a se perder (infelizmente).
O início do filme mostra os experimentos da Umbrella, conduzidos pelo dr. Isaacs em conseguir clonar Alice, mas até agora sem sucesso. Eles querem esse clone para conseguir uma cura que estaria no sangue de Alice, já que de alguma forma o organismo dela aceitou o T-Vírus e lhe garantiu super poderes e habilidade (WTF?).
Enquanto isso Alice viaja pelos EUA, fugindo da Umbrella e em busca de um abrigo. Ela encontra um diário que diz que o Alasca é seguro e o vírus não chegou até la. Em sua viagem rumo ao Alasca ela encontra um comboio de sobreviventes liderados por Claire Redfield (Ali Larter) e Carlos Oliveira em uma das cenas mais marcantes do filme, quando ela salva todos de uma forma pouco convencional (e que eu achei apelativa e desnecessária de ter sido colocado no RE). Eles decidem ir todos juntos para o Alasca, a última esperança de escapar do pesadelo.
Mas é claro, como eu já disse antes, nada é lindo e maravilhosamente fácil (afinal não teriam cinco filmes se esse fosse o caso). Eles precisam pegar suprimentos para a grande viagem que farão, e a última fonte de recursos na região é a grande Las Vegas. O problema é que como Vegas era cheia de gente isso significa que agora é cheia de nossos amiguinhos zumbis, que estão sedentos por um bife mal passado (se é que me entendem).
Ao chegar lá tem uma armadilha para eles (preparada pela Umbrella) e muitos do comboio acabam morrendo o que dificulta as coisas.
No final eles percebem que só há um modo de conseguir ir para o Alasca, ou seja, voando. Um dos personagens (não vou dizer qual) acaba se sacrificando para que o grupo consiga um helicóptero e Alice vai atrás de Isaacs que decidiu igualar um pouco o nível da luta.
Acredito que o grande problema de Resident Evil 3 é exatamente a falta de momentos de tensão, momentos de susto, que é o que todos os fãs da saga de jogos e os fãs dos filmes esperam de uma super produção de um filme que é denominado terror. Por isso eu digo, RE 3 é um bom filme de ação, mas em parte alguma é terror, mesmo tendo zumbis.
Resident Evil: Afterlife

 

Resident Evil 4: Recomeço
Ano de Lançamento: 2010
Gênero: “Terror” e Ação
Resenha:
O ponto forte deste filme é o cenário muito bem feito (e sem tantos dias ensolarados e quentes como em Extinction), além é claro da aparição de Chris Redfield (o principal protagonista dos jogos e que ainda não tinha aparecido em nenhum filme), além da volta de Claire (irmã de Chris), Albert Wesker e Jill Valentine.
Tudo começa com Alice invadindo a sede da Umbrella em Tokyo e destruindo um exército sozinha graças aos seus super poderes (aff), e matando Wesker que antes consegue injetar a cura em Alice e “anula” seus super poderes.
Depois disso Alice vai para o Alaska procurar os refugiados que estariam seguros lá (RE 3), mas encontra apenas mais zumbis e uma Claire Redfield muito louca atacando ela.
Alice então vai para Los Angeles em um avião “teco-teco”, com Claire amarada no banco do passageiro, e acaba pousando em uma prisão onde encontra alguns sobreviventes refugiados, incluindo Chris Redfield (Wentworth Miller). Com isso ela descobre que na verdade Arcadia não era um lugar seguro no Alasca, e sim um navio que provavelmente passou por lá e que era um lugar com outras pessoas e que ainda podia ser seguro. O problema está em como sair da prisão que está cercada de zumbis, incluindo um muito simpático Executador com um machado gigante forçando o portão da prisão para entrar.
Não vou estragar a surpresa de falar como os problemas foram resolvidos, mas ao sair eles vão para Arcadia e encontram ninguém menos que Wesker, que comandava o navio. A luta então começa com Chris, Claire e Alice contra o super Wesker (essa última luta foi inspirada em um dos últimos confrontos do jogo Resident Evil 5).
Mesmo com boas atuações e cenários levemente mais escuros o filme deixa muito a desejar no quesito terror, passando a ser em grande parte do tempo um filme de ação, saindo totalmente fora da proposta original de Resident Evil.
E infelizmente nesse filme os produtores decidiram sem menos descarados e não deixaram a Milla Jovovich nua (eu assisti esse logo que saiu em 2010, caso tenha uma cena dela nua me perdoem por esquecer). Esse é o único filme da saga que isso acontece até agora.
Resident Evil: Retribuition

 

Resident Evil 5: Retribuição
Ano de Lançamento: 2012
Gênero: Terror
Resenha:
O filme começa com a Umbrella atacando o Arcadia logo após o final de RE Afterlife. Alice é capturada e presa em uma das instalações da Umbrella, e adivinhem: sim ela acorda sem roupa e sendo interrogada por Jill Valentine.
No filme eu não me lembro de ser explicado o que aconteceu com Jill, mas eu vou explicar aqui pra quem ficou boiando no filme. No jogo Resident Evil 5 são mostrados flashs de memória de Chris Redfield que tinha ido junto com Jill investigar uma mansão em que a Umbrella operava. Lá encontraram Albert Wesker e depois daquela conversa clássica eles começaram a luta, sendo que no fim quando parecia que Wesker tinha vencido, Jill o agarrou e pulou com ele pela janela caindo em um penhasco abaixo da mansão. Isso é claro que não afetou Wesker, mas quase matou Jill que só sobreviveu graças a Wesker que tinha planos para ela. Wesker saiu sangrando da queda e o vírus em seu sangue afetou Jill fazendo ela perder a pigmentação do cabelo deixando ela loira e com um dispositivo em forma de aranha (que pode ser visto no filme) Jill ficou sob controle da Umbrella.
Prosseguindo com o filme, Alice começa a ser interrogada de maneira bastante delicada por Jill, mas depois de uma falha na segurança Alice consegue escapar da sala. Logo ela descobre que quem estava por trás da quebra de segurança era nosso amiguinho Wesker que havia saído da Umbrella, trazendo Ada Wong para ajudar Alice na fuga da sede da Umbrella.
Acontece que não é tão fácil fugir desta vez já que essa sede tem dimensões absurdas e máquinas de hologramas que recriam os maiores centros pré-apocalipse (como Tokyo e Nova York por exemplo).
Como reforço também aparecem Leon Kennedy (finalmente), Luther West e James Shade. Graças às cidades holográficas infestadas de zumbis os cenários mudam a toda hora o que da um ritmo ainda maior de ação ao filme (que não é mais terror desde o segundo e olhe lá). A adorada Rainha Vermelha volta nesse filme e dá um prazo limite para que Alice e Ada consiga escapar dali antes de ficar presa ao melhor estilo RE 1. Também temos a volta de Rain Ocampo (Michelle Rodriguez) lá do primeiro filme e que dá muita dor de cabeça nesse. Eu já disse isso nos outros filmes, mas Resident Evil Retribution é um bom filme de ação mas nunca pode ser chamado de filme de terror e ai está o grande erro de Resident Evil.
[Spoiler Alert] No final uma luta entre Jill e Alice acaba acontecendo e Alice acaba conseguindo destruir a aranha que controlava Jill com lavagem cerebral, mesmo depois de tomar um pau.
Ponto para os produtores que finalmente colocaram o personagem Leon Kennedy nos filmes (acredito que Leon é um dos personagens mais queridos de todos os jogos RE, sendo protagonista no RE 2, RE 4 e RE 6), mesmo com um papel tão secundário, pelo menos marcou presença.
Esse último Resident Evil repetiu os erros de RE Extinction e Afterlife, com mais momentos de ação e tiroteios do que momentos de tensão e sustos, o que faz com que seja um pouco decepcionante. Por outro lado as atuações, cenários e tudo que eu já citei anteriormente são ótimos, sendo realmente o maior pecado do filme a falta de terror.
Resident Evil (6)
Ano de Lançamento: Previsão para 09/2014
Gênero: Terror
O diretor do filme já anunciou que este provavelmente será o último filme da franquia Resident Evil. Também será o filme com maior orçamento até agora chegando a 75 milhões de dólares (10 milhões mais caro que o último filme). A trama vai voltar para a mansão onde tudo começou no primeiro filme, com Alice e o resto da galera (Jill, Leon, Claire, Chris, Ada, Wesker e etc) voltando lá para acabar com a Umbrella de uma vez por todas. Ele garantiu que este será o melhor filme da saga até agora (espero que sim porque os últimos foram frustantes). E os fãs podem se preparar para ficar muito desapontados porque o próprio diretor afirmou que personagens irão morrer nesse filme (então vamos cada um torcer para não ser os nossos favoritos).
Saga Resident Evil:     
Resumão e Avaliação Final: Eu não vou dizer que os filmes de Resident Evil são ruins como muitos fazem por ai, até porque as atuações são boas de forma geral, tem uma boa trilha sonora, cenários ótimos e grandes efeitos. O grande pecado de Resident Evil foi esquecer que os fãs esperam filmes de terror assim como os jogos (apesar que os jogos também estão sendo criticados pela falta de terror ultimamente) e não ação desenfreada com tiroteios muito loucos o tempo todo e super poderes adquiridos pelo T-Vírus. É uma boa história para acompanhar desde o primeiro filme, mas não espere nada assustador depois do segundo filme (na verdade pra quem é fã de filmes de terror não espere nada assustador em nenhum dos filmes). Monstros e cenas marcantes em todos os filmes, mas que acabam desapontando um pouco os fãs, por sair tão fora do esperado terror.
FILMES

[Filme] Colheita Maldita: Genesis (2011)

Colheita_Maldita_Gênesis
Não sei como começar a falar mal deste filme, sério. Confundi ele com A Colheita Maldita, que ia assistir depois de, sei lá, um século de lançamento e… minha nossa senhora dos filmes mal feitos, quem escreveu, atuou, editou e filmou este filme perdeu o meu respeito para o resto da vida.
Vou avisar aqui que esta resenha tem uma moral, sim, e ela é: esse filme é muito ruim. Se você quiser saber um pouco mais para concordar, continue lendo. Senão, temos um vasto acervo de filmes de terror para você apreciar na nossa lista de resenhas.
Não, não chega a ser um dos piores filmes que eu já vi na minha vida, mas chega bem perto, está no top 5. Vou tentar falar um pouco dele sem dar Spoilers, mas se eu der não fiquem bravos, eu realmente espero que ninguém mais perca 95 minutos da sua vida vendo tamanha falha do cinema.
O filme começa com um jovem chegando de seu serviço no exército e encontrando sua família inteira massacrada em sua casa. Ele vê uma menina correndo e a confronta, ela o esfaqueia, ele cai do segundo andar e é cercado por crianças da vizinhança, sim, porque isso faz todo o sentido.
Alguns anos depois uma jovem bonita e seu marido estão meio de uma estrada de terra, o carro está quebrado e eles esperam que alguém passe pela estrada para ajudá-los. De repente o marido extremamente inteligente resolve se levantar e olhar em volta, e advinha? Alguns postes de telefone indicam uma casa. Sim, ele esperou UMA HORA num sol escaldante, com a mulher grávida, sentados no meio da estrada para finalmente levantar e ver se tinha alguma alma viva vivendo ao redor. Por quê? Porque isso faz sentido.
Eles seguem até a casa e, após espancar a porta, um velho esquisito atende com sua esposa incrivelmente sexy. Sim, o cara mora no meio do nada, é velho, é feio e tem uma esposa ucraniana de dar inveja a qualquer Brad Pitt. E advinha? Ele é o cara que caiu do telhado depois de ser esfaqueado por uma menina! Desculpe pelo Spoiler, não assista!
Ok, chazinho pra lá, esposa do velho pegando nas partes mais inglesas do marido da jovem grávida pra cá (convenhamos, com um marido estranho daqueles, qualquer uma), eles tentam pedir ajuda mas a primeira opção é muito cara e a segunda opção demora. Eles resolvem ficar na casa do velho extremamente estranho! Sim, porque isso faz sentido.
Moral da história? Tem um menino maluco com super poderes na casa que quer o filho da mulher para fazer parte do seu clã infantil maligno que mata adultos e os pendura no milharal. Ufa, cansei de escrever tanta coisa que “faz” sentido.
Sério, roteiro ruim (se você ainda não percebeu), cenário deplorável, duas mulheres muito bonitas, atores padrão malhação de qualidade e… um fim tão ruim, mas tão ruim que eu juro pra vocês que eu achei que o filme estava cortado na metade. Mas não estava, para minha tristeza… ou felicidade.
Sério, não assista. E se você é daqueles que gosta de assistir o que os outros não recomendam, assista!(não, sério, não assista!)